

O amor-próprio
:: Elisabeth Cavalcante ::
Amar a si mesmo é um requisito fundamental para que o ser humano possa vivenciar a felicidade. Embora tenhamos aprendido que a auto-estima é individualista e egoísta, ela é essencial para que possamos nos expor ao mundo com coragem e confiança.
Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos e se acha inferior ao resto do mundo, dificilmente conseguirá amar verdadeiramente o outro, pois seu amor será sempre revestido de medo.
Quando não nos amamos, tememos que o outro descubra que não somos bons o suficiente para merecer seu amor e nos empenhamos desesperadamente em satisfazer os seus desejos, como forma de garantir a afeição que ele sente por nós.
Esta consciência só nasce a partir de uma profunda reflexão acerca de nossas qualidades e defeitos e do entendimento de que somos únicos e especiais, não importa o quanto tenhamos errado ou nos desviado da Verdade.
Sempre é tempo de recuperamos a nossa auto-estima se reconhecermos que os erros são fundamentais em nosso processo evolutivo. Se formos capazes de nos amar apesar de nossos fracassos, certamente estaremos nos dando a oportunidade de trilhar novos caminhos e descobrir em nós poderes até então desconhecidos.
BREVE RETORNAREMOS
Quando eu tinha por volta de dez anos, minha irmã mais velha tinha mania de ser professora e de que eu era seu aluno. Sempre que podia, eu fugia dela, pois já bastavam as aulas na escola para deixarem uma criança de dez anos suficientemente instruída e de saco cheio. Na época eu gostava de ler livros de aventura e policias. Me deliciava com as aventuras de Tarzan, o raciocínio pontiagudo de Sherlock Holmes, as tramas perfeitas de Aghata Christie. Num dia muito inspirado, minha irmã acordou com uma idéia: “Ler livros de aventura! Taí uma atividade que ele vai fazer sem reclamar. " Então ela me “passou” como “lição de casa” a leitura de um livro que tinha tudo para eu gostar. Lembro-me do título; “Silêncio, sinistro e fundo”. O tema era sobre as atividades bélicas de um submarino durante a Segunda Guerra Mundial. Olhei as ilustrações que me fascinaram. Realmente eu o teria lido... se não fosse ela que tivesse mandado. Enrolei-a o mais que pude e li outros livros no lugar. Quando passou um mês mais ou menos, ela me cobrou a leitura. Primeiro respondi com evasivas e por fim, menti: -- Eu li o livro Desconfiada, ela retrucou: -- Não leu -- Li, sim! - confirmei com ênfase, e uma certa agressividade Esperta, e com uma certo ar de desafio, ela me deu um ultimatum: -- Então me conte a história. Eu precisava me livrar desta pressão e, baseado nas ilustrações que vira, inventei uma história. Como eu gostava do assunto, criei uma bela história. Minha irmã adorou e nada percebeu, pois eu acredito que ela mesma não tinha lido. Algum tempo depois, senti vontade de ler realmente o livro. Comecei, li uma ou duas páginas e parei. O que me impedia agora? Tentei mais algumas vezes e não consegui e, por fim, abandonei-o de vez. Recentemente, eu o encontrei na casa de meus pais e comecei a lê-lo. Aí me dei conta dos motivos que me levaram a não lê-lo. O primeiro, mais óbvio, é que prazer que vira obrigação, não é mais prazer e o segundo é que eu passei a temer que a história que eu inventara fosse melhor que a escrita no livro. E, apesar de não mais lembrar do meu enredo imaginário, fechei e guardei o livro. Creio que jamais o lerei.
O SABER E O AGIR!
Quero primeiramente agradecer pelo Destaque do Mês, fiquei muito honrada. Aproveito também para escolher, um comentário que mais chamou atenção referente ao meu texto postado, entre tantos.
Foi o da Marilena, do blog http://um-sonho-a-mais.zip.net, ela descreveu que “você tocou num assunto que todos adoram e ao mesmo tempo detestam. Em cada década realmente foi um "boom" de inovações. Temos que estar realmente reciclando e reatualizando a todo segundo! Porém, perdemos muito de "privacidade" com a era tecnológica. Mas, o importante é ir sempre em frente, nem caranguejo vai para trás, ele sai estrategicamente, "de lado"!
Acredito que as pessoas tem que buscar sempre dar continuidade à construção de sua história: através de estudo, buscando conhecimentos e alcançando as necessidades não satisfeitas até conseguir os conhecimentos necessários à vivência no mundo que nos cerca, pois não “BASTA SABER, É TAMBÉM PRECISO APLICAR; NÃO BASTA QUERER, É PRECISO TAMBÉM AGIR”.
Clélia Maria Iten Bittelbrunn - http://ibs.zip.net
Eu, juntamente com a CDB oferecemos o selo gold abaixo para você Marilena, pelo melhor comentário.


REFLEXÕES SOBRE A VAIDADE DOS HOMENS
Vivemos com vaidade, e com vaidade morreremos; arrancando os últimos suspiros, estamos dispondo a nossa pompa fúnebre, como se em hora tão fatal o morrer não bastasse para ocupação: nessa hora em que estamos para deixar o mundo, ou em que o mundo está para nos deixar, e entramos a compor e ordenar o nosso acompanhamento e assistência funeral; e com vanglória antecipada nos pomos a antever aquela cerimônia, a que chamam as nações últimas honras, devendo antes chamá-las vaidades últimas. Queremos que em cada um de nós se entregue à terra, com solenidade e fausto, outra infeliz porção de terra: tributo inexorável! A vaidade no meio da agonia nos faz saborear a ostentação de um luxo que nos é posterior, e nos faz sensíveis as atenções que hão de dirigir-se à nossa insensibilidade. (...)
De todas as paixões, a que mais se esconde é a vaidade: e se esconde de tal forma, que a si mesmo se oculta e ignora: ainda as ações mais pias nascem muitas vezes de uma vaidade mística, que quem a tem não a conhece nem distingue: a satisfação própria, que a alma recebe, é como um espelho em que nos vemos superiores aos mais homens pelo bem que obramos, e nisso consiste a vaidade de obrar o bem.
Não há maior injúria que o desprezo; e é porque o desprezo todo se dirige e ofende a vaidade; por isso a perda da honra aflige mais que a da fortuna; não porque esta deixe de ser um objeto mais certo e mais visível, mas porque aquela toda se compõe da vaidade, que é em nós a parte mais sensível. Poucas vezes se expõe a honra por amor da vida, e quase sempre se sacrifica a vida por amor da honra. Com a honra que adquire, se consola o que perde a vida; porém o que perde a honra, não lhe serve de alívio a vida que conserva: como se os homens mais nascessem para terem honra, que para terem vida, ou fossem formados menos para existirem no ser, que para durarem na vaidade. Justo fora que amassem com excesso a honra, se esta não fosse quase sempre um desvario que se sustenta na estimação dos homens, e só vive da opinião deles.
Matias Aires Ramos da Silva de Eça.
Agradeço pela oportunidade me dada pela Rosi.
Aproveita também para desculpar-me por minha ausência e pouca participação na Comunidade.
Interessando-se por ler mais escritos meus:

A melhor injeção de ânimo da vida é ter uma atitude que atinja a alma, que dê um valor diferente à aquela imagem que vemos no espelho.
Doar sangue é uma destas atitudes. É uma atitude prática que purifica a alma, aumenta a auto estima, e salva vidas....
Não dói, não machuca, não tem efeito colateral e salva vidas....
Estou aqui pedindo a todos vocês que doem sangue, em favor de todas as pessoas que precisam deste gesto humanitário.
Seja um doador em vida de medula óssea, pois, alguém de sua família pode precisar de um doador no futuro e até mesmo você. Você precisa ter boa saúde e idade entre 18 a 55 anos. Quando você inscreve-se em um cadastro de doadores voluntários de medula óssea, você não vai doar a medula óssea de imediato (não há armazenamento de medula nos cadastros). Você fará um simples exame de sangue e seus dados genéticos serão colocados em um computador. Somente se você for compatível com algum paciente (é necessário milhares ou até milhões de doadores cadastrados para o paciente ter uma chance), você será chamado para fazer novos exames de sangue e, se for o caso, após a sua saúde ser avaliada, doará um pouco de sua medula óssea. Em um transplante, a nova medula sã do doador substitui a medula doente do paciente. Através de quimioterapia e radiação a medula do paciente é destruída e a nova medula doada toma o seu lugar. O transplante para o paciente é feito como uma transfusão de sangue. A nova medula irá proporcionar ao paciente células troncos que irão crescer, dividir e maturar, transformando-se em todos os tipos de células sangüíneas necessárias. Entretanto, somente uma minoria acaba realizando a doação, pois, a compatibilidade é muito difícil de ocorrer. Assim, muitos pacientes morrem antes de encontrar um doador compatível.
Lembre-se de que ninguém está imune ao câncer.
Seja solidário.
Doe Sangue, Doe Vida, Doe Amor
Bom Dia..Boa Trade..Boa Noite...
Amigos da CDB estou eu aki postando mais cedo porque amnha tenho de acordar cedinho para estudar...assim vou falar sobre um assunto que diz respeito a todos:
Tempo....
Esse é um dos temas que estou vivendo agora..a famosa falta de tempo e correria...chegar em uma faculdade ou estudar para um vestibular não é facil não..como todos sabem para ser alguém hoje em dia você precisa querer sempre mais e buscar em frente seu sonho e realiza-lo...não conta essa que é dificil porque não é..quem derá se tudo na vida fosse facíl...
Desde pequeno meus pais sempre me ensinaram...mas vem o famoso dinheiro..fala sério não vou ficar sendo sustentado sempre pelos meus pais..não só eu mas todos temos de buscar um objetivo de vida e realiza-lo...a idade passa você fica velho altos ensinamentos aparecem e chega a hora de dizer...EU CRESCI...
Aí vem a falta de tempo..e o que você fazia antes sempre tem de ser separado..poruqe a liberdade que você tinha já não existe mais e temos um dever de controla-la...Desde pequeno minha mãe sempre dizia:"Não queira ficar velho pq vc vai querer voltar ao tempo e ser criança.."não porque eu preciso mas chega a dúvida em entrar em uma faculdade e acorda chegou a hora...
Aqui na internet conquistei e conquisto amigos..como vocês mesmo não conhecendo e levo meu blog em frente sem medo de errar...ganho aprendizado a cada post que debato e nunca a falta de tempo poderá atrapalhar..porque ela pode ser controlada..então quando você ouvir ou dizer estou sem tempo..pare e pense VOCÊ PODE CONTROLAR...
Para contato acesse:www.entrandonumafria.blogspot.com
Estarei esperando todos vocês lá..e parabéns ao blogueiro...a CDB por mais uma oportunidade de continuar sendo colunista e a todos que leiam...abraços
O “Circo Gospel” Chegou ![]()
Respeitável público!! Venha ver a menor cantora do mundo!! Não deixe de assistir ao show do pregador anão!! Não perca o homem que não tem ouvidos e ouve!! Venha ouvir a menininha de 3 anos que já é pregadora!! Venha ver o homem que tem 8 balas de revolver no corpo!! Assista ao homem que prega plantando bananeira!!
Que a igreja dita evangélica no país já tinha assumido a sua postura de pão e circo, eu já sabia e isso era evidente há algum tempo, mas que ela,! a igreja, havia assumido o papel de circo real é algo que tem me deixado impressionado.
A cada dia que passa, nosso cardápio de atrações aumenta, na busca incessante de público para os nossos cultos-espetáculos. A Palavra deixou de ser pregada faz tempo, o louvor se tornou a repetição de frases-chavões durante longos minutos catársicos de uma coletividade doentia e reprimida, Deus passou de receptor do culto para um simples instrumento de manipulação de massa e cobrador dos impostos eclesiásticos que o pecador tem que pagar para alcançar a benção.
Voltando ao começo, é triste ver a igreja brasileira caminhando para esse circo de horrores. A indústria dos testemunhos e dos seres esquisitos para pregarem a "palavra" parece não ter fim. Ninguém quer mais ouvir um pregador sério, que diga aquilo que realmente Deus fala em sua Palavra. O povo quer espetáculo!
Se o pregador não tem um "atrativo" a mais, não serve. Tem que ser anão, ter menos de 5 anos, já ter sido quase morto em confrontos com a polícia, ex-isso, ex-aquilo, não ter língua e falar, e assim cresce a massa levedada pelo fermento dos espetáculos circenses de alcunha "gospel".
Já não satisfaz o culto verdadeiro, em espírito e em verdade, onde o louvor é comprometido com a verdade e onde a pregação nada mais é do que a exposição sincera e coerente da Palavra de Deus. Palavra? O que é isso? Nós queremos é o show!! Pagamos para isso, para vermos nossas igrejas lotadas, custe o que custar.
Muitos já me falaram que os "artistas" não são tão culpados assim, afinal são as igrejas que os "contratam", não?
Sinceramente, ambos estão negociando com o evangelho. Há inegavelmente uma indústria de testemunhos e esquisitices evangélicas dominando o mercado.
No caso das crianças creio que os maiores culpados são os pais que submetem seus filhos a essa lavagem cerebral para tornarem-se desde pequenas verdadeiros "papagaios espirituais" repetindo sermões, chavões e impressionando o povo medíocre que gosta dessas coisas. O preço da fama às vezes é a perda da inocência e da infância. São pais querendo tornar filhos crianças em adultos-pregadores-sérios. Enquanto Jesus manda que os adultos façam-se como crianças...
No caso dos adultos, aí já é safadeza mesmo! É gente que quer ganhar dinheiro em cima dos crentes que não pensam, mas adoram ver as "coisas do espírito". São aproveitadores da boa-fé do povo que vive pela fé. Se tivessem compromisso real com Deus não aceitariam os holofotes sobre suas "anomalias" para "exaltarem" a Deus. Isso é conversa pra boi dormir. Digo sem medo... e gostaria de ver uma dessas atrações circenses do nosso meio "gospel" negar isso olhando nos meus olhos.
Quanto às igrejas que contratam, bem... desses eu já espero tudo mesmo... pois o que interessa a esses é a igreja cheia e o cofre abarrotado... o nome da igreja conhecido e o nome de Jesus diminuído... sepulcros caiados... cheios de espetáculos estarrecedores para esconderem suas anomalias reais...
Que Deus tenha misericórdia desses que negociam a fé e nos obrigam a ficarmos como palhaços
nos seus enormes picadeiros eclesiásticos.
Com tristeza no
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Sacerdote do Templo - www.templodoriso.zip.net
A busca da felicidade

O ser humano desde seu nascimento persegue como muito afinco, um só objetivo: a busca da felicidade. Mas o que é felicidade?
Alguns só conseguem enxergar a felicidade com muito dinheiro, viagens internacionais, consumo desenfreado de bens e serviços, enfim concentram no poder aquisitivo seu objetivo para ser feliz.
Outros ainda procuram em uma outra pessoa sua possibilidade de felicidade. Buscam, primeiramente, nos pais e depois na adolescência e na idade adulta um ser imaginário, um príncipe ou princesa, com todas as qualidades possíveis que irá permitir que seja feliz. Depois de um casamento, com a vinda dos filhos, são esses os objetos de busca da felicidade.
Existem também, aqueles que perseguem o sucesso profissional. Se não conseguirem atingir o topo, não se consideram felizes.
Por que será que muita gente chega na terceira idade (ou na melhor idade como, acertadamente, consideram alguns) e se tornam rabugentos, ranzinzas e não conseguem ver na vida a felicidade completa?
O que, nós, seres humanos precisamos é aprender a nos interiorizar. A felicidade tem que ser buscada dentro de cada um de nós. Cada pequena conquista que temos na vida, tem que ser comemorada como se fosse uma Copa do Mundo. Cada momento que temos na vida precisa ser encarado como o melhor que já tivemos.
Se a gente parar de nos projetar nos outros, nos contentarmos com nossas conquistas (sem acomodações) e se aprendemos a nos desligar das coisas materiais, com certeza, seremos muito mais felizes. A felicidade está dentro de cada um.
Saudações CDBésticas
http://flavioperina.blog.uol.com.br
http://escrevinadores.blogspot.com
O SABER E O AGIR!
Os paradigmas atuais são diversos dos paradigmas que dominaram as decisões até os dias de hoje.
Vivemos, até meados dos anos 50, a época das certezas, da estabilidade, da previsibilidade. A sociedade era simples, acomodada.
No início da década de 70 começam as incertezas, a instabilidade, a previsibilidade, a preocupação com as limitações energéticas e a ecologia.
Já nos anos 90 o paradigma é outro. Inicia-se a época da transformação, através de ações comunitárias, de ONG´s, de parcerias, de cooperativas, onde inicia-se a época do fazer.
Atualmente, estamos vivendo um novo paradigma. É o paradigma da performance, ou seja, é o fazer, fundamentado no saber. É a época que vê a pessoa sob a ótica do empreendedor; é a época das habilidades, ou seja, que exige do indivíduo o pensamento CRIATIVO, ORIGINAL, INOVADOR; que exige alta motivação, curiosidade, confiança em si mesmo e auto-conceito positivo; que exige a resolução de problemas e a busca de informações que conduzam a soluções operacionais.
Portanto, busquem dar continuidade à construção de sua história: estude; busquem necessidades não satisfeitas e conhecimentos necessários à vivência no mundo que nos cerca, pois não “BASTA SABER, É TAMBÉM PRECISO APLICAR; NÃO BASTA QUERER, É PRECISO TAMBÉM AGIR”.
E você, já visualizou suas necessidades?
Clélia Maria Iten Bittelbrunn - http://ibs.zip.net
Vamos fazer uma viagem ao passado, conhecendo um pouco do que se ouvia nos rádios. Primeiro ouviremos a Abertura do repórter Esso. Muito interessante, não? Foi um programa que fez muito sucesso na época. Pra quem gosta de novela, aqui tem um "Trecho da novela Jerônimo, o herói do Sertão" e "O Sombra". Muitas pessoas, inclusive eu, assistiu esse programa pela TV, mas o "Balança mas não Cai" começou no rádio. Imagine, tinha até "Aula de ginástica no rádio". Três comerciais impagáveis: Sabão Rinso, Sabonete Gessy e Kolynos.
P.S. A CONTINUAÇÃO SEGUE ABAIXO....
Ah, já ia me esquecendo das Pílulas da Vida Dr. Ross. Já existia os jingles políticos como os das campanhas de Janio Quadros e Adhemar de Barros. Será que naquela época os políticos eram mais honestos ou éramos menos esclarecidos? Acho que sim... ou não (como diz Caetano).Nos anos 50 fizeram muito sucesso também, o comercial da Coca-Cola, o do Fusca Sedan, o do Detefon, além do Talco Ross. Nos anos 60, além do nascimento do criador desse Blog, podemos destacar os seguintes comerciais: Casas Pernambucanas, Combustível Shell (participação de Roberto Carlos), Sucos Ksuco, Leite Glória, Nescau, Varig, Refrigerante Grapette e Maionese Hellman´s. Continuando a viagem, chegamos aos anos 70. Aqui destacaremos os seguintes comerciais: Creme Dental Colgate, Fanta Limão, Pepsi-Cola e Sabão Campeiro. Na era da Internet é sempre bom reverenciar o meio de comunicação que proporcionava tanto entretenimento.
CORRIDA MALUCA – Parte 2
Nesses quatorze anos como profissional de teatro, aprendi lições, ensinamentos e descobri – a duras penas - que regras foram feitas para serem quebradas.
Desde que você tenha conhecimento de causa para tal.
Aprendi a ter disciplina e a me olhar por dentro, o que é sempre difícil, doloroso. Mas, a coisa mais valiosa que trago guardado foi que, em qualquer situação da vida, em qualquer profissão, para que sua existência seja verdadeira, é preciso estar presente de corpo e alma em tudo o que faz.
Não é fácil. Mas tomo isso como princípio.
Quando decidi ter um blog, determinei pra mim mesmo que aquilo seria sim, uma ferramenta para que meus escritos fossem observados, absorvidos, questionados. Talvez fosse mais fácil escrever um diário, como a é função primeira de um blog. Mas entendo que a internet só tem função real, se estiver a serviço de algo maior. E não o contrário.
A internet não é – ou pelo menos não deveria ser – maior do que a existência humana. Questão difícil e polêmica, não?
Difícil é responder aos famosos “Q’s” presentes no jornalismo: “O Que”, “Pra Quem”, “Por Que” e “Quando” publicar.
Essa discussão em torno de número de visitas e número de comentários, às vezes me cansa. Mas isso talvez seja o de menos.
Tenho visitado blogs “sem alma”. A impressão que fica é que textos são publicados aleatoriamente, sem reflexão sobre o que está escrito. Pior do que aquele que não sabe ler ou lê errado é aquele que não tem o que escrever. Não tem o que dizer.
E isso quase sempre se reflete na vida.
É necessário ser inteiro em tudo o que se faz.
A diferença entre quem faz a diferença e quem fica na média talvez esteja aí.
Você já parou pra pensar nisso?
Wallace Puosso
http://www.escrevinhadores.blogspot.com